O domingo do dia 31 teria sido mais um típico domingo dos apoiadores do presidente Bolsonaro.
Mais uma oportunidade para o povo mostrar a sua insatisfação contra a elite desmiolada que insiste em querer controlá-lo. Mais uma demonstração de apoio a um presidente de mãos atadas, que possui o cargo, mas não mais os meios de exercê-lo, pois o establishment espuma de ódio ao ver no poder um fiel representante dos valores mais caros ao povo brasileiro. Seria, por fim, um grito desesperado, mas firme, contra a tirania dos togados imposta pelos onze membros do Supremo Tribunal Federal.
Seria, pois os arruaceiros do outro lado resolveram agir e fazer aquilo que é a especialidade da esquerda em qualquer lugar: destruir. Os antifas tupiniquins tomaram as atenções do público ao irem à Avenida Paulista. Causaram confusão, agrediram manifestantes pacíficos pró-Bolsonaro e até mesmo três policiais que cometeram o absurdo de fazer o seu trabalho. Partiram para a porrada com o salvo-conduto de gritarem por democracia, a palavrinha mágica que te dá o direito de defender os piores tiranos e assassinos da história e ainda assim pagar de humanista. Em nome de um bem hipotético, vale tudo.
Não dá para ignorar alguns aspectos desse ocorrido que não são tão óbvios para a maioria das pessoas, mas que necessitam de algumas breves considerações. Para tanto, uma coisa precisa ficar clara: a esquerda apostou – e provavelmente apostará – na mesma tática das manifestações de 2013 com os black blocs. Não há nada novo debaixo do sol, já dizia o Eclesiastes.

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