Responsável por histórico de decisões polêmicas no Supremo, ministro Gilmar Mendes, criticou
governo federal por buscar dados mais substanciais sobre a doença
O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes |
Ministro com histórico de decisões polêmicas e nada populares no Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes criticou, na noite deste sábado, 6, a revisão de dados do coronavírus por parte do Ministério da Saúde.
Mendes classificou a ação do Ministério como “manobra de regimes totalitários”. “A manipulação de estatísticas é manobra de regimes totalitários.
Tenta-se ocultar os números da #COVID19 para reduzir o controle social das políticas de saúde. O truque não vai isentar a responsabilidade pelo eventual genocídio”, disse o ministro por meio das redes sociais.
Gilmar Mendes, entretanto, é considerado autoritário por seus próprios colegas de corte e, no passado, fez sérias críticas à ações anticorrupção como, por exemplo, a Operação Lava Jato e a Lei da Ficha Limpa.
A manipulação de estatísticas é manobra de regimes totalitários.
Tenta-se ocultar os números da #COVID19 para reduzir o controle social das políticas de saúde. O truque não vai isentar a responsabilidade pelo eventual genocídio. #CensuraNao #DitaduraNuncaMais
Metodologia
Neste sábado, o Ministério da Saúde confirmou que vai recontar número de mortos por coronavírus no país. A informação é do secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Carlos Wizard.
Para ele, de antemão, os dados atuais são fantasiosos ou estão sendo manipulados pelas Secretarias Estaduais de Saúde.
Assim, a tendência é que a Universidade Johns Hopkins volte a divulgar os dados brasileiros após eles passarem por revisão.
De acordo com os dados do Ministério da Saúde, que são tabulados junto às Secretarias Estaduais de Saúde, o Brasil contabiliza 35 mil mortos por covid-19, com 645 mil casos confirmados.
A princípio, os dados estão inflados na visão dele.
“Tinha muita gente morrendo por outras causas e os gestores públicos, puramente por interesse de ter um orçamento maior nos seus municípios, nos seus estados, colocavam todo mundo como covid.
Estamos revendo esses óbitos”, disse o secretário
Responsável por histórico de decisões polêmicas no Supremo, ministro Gilmar Mendes, criticou
governo federal por buscar dados mais substanciais sobre a doença
O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes |
Ministro com histórico de decisões polêmicas e nada populares no Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes criticou, na noite deste sábado, 6, a revisão de dados do coronavírus por parte do Ministério da Saúde.
Mendes classificou a ação do Ministério como “manobra de regimes totalitários”. “A manipulação de estatísticas é manobra de regimes totalitários.
Tenta-se ocultar os números da #COVID19 para reduzir o controle social das políticas de saúde. O truque não vai isentar a responsabilidade pelo eventual genocídio”, disse o ministro por meio das redes sociais.
Gilmar Mendes, entretanto, é considerado autoritário por seus próprios colegas de corte e, no passado, fez sérias críticas à ações anticorrupção como, por exemplo, a Operação Lava Jato e a Lei da Ficha Limpa.
A manipulação de estatísticas é manobra de regimes totalitários.
Tenta-se ocultar os números da #COVID19 para reduzir o controle social das políticas de saúde. O truque não vai isentar a responsabilidade pelo eventual genocídio. #CensuraNao #DitaduraNuncaMais
Metodologia
Neste sábado, o Ministério da Saúde confirmou que vai recontar número de mortos por coronavírus no país. A informação é do secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Carlos Wizard.
Para ele, de antemão, os dados atuais são fantasiosos ou estão sendo manipulados pelas Secretarias Estaduais de Saúde.
Assim, a tendência é que a Universidade Johns Hopkins volte a divulgar os dados brasileiros após eles passarem por revisão.
De acordo com os dados do Ministério da Saúde, que são tabulados junto às Secretarias Estaduais de Saúde, o Brasil contabiliza 35 mil mortos por covid-19, com 645 mil casos confirmados.
A princípio, os dados estão inflados na visão dele.
“Tinha muita gente morrendo por outras causas e os gestores públicos, puramente por interesse de ter um orçamento maior nos seus municípios, nos seus estados, colocavam todo mundo como covid.
Estamos revendo esses óbitos”, disse o secretário
O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes |
Ministro com histórico de decisões polêmicas e nada populares no Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes criticou, na noite deste sábado, 6, a revisão de dados do coronavírus por parte do Ministério da Saúde.
Mendes classificou a ação do Ministério como “manobra de regimes totalitários”. “A manipulação de estatísticas é manobra de regimes totalitários.
Tenta-se ocultar os números da #COVID19 para reduzir o controle social das políticas de saúde. O truque não vai isentar a responsabilidade pelo eventual genocídio”, disse o ministro por meio das redes sociais.
Gilmar Mendes, entretanto, é considerado autoritário por seus próprios colegas de corte e, no passado, fez sérias críticas à ações anticorrupção como, por exemplo, a Operação Lava Jato e a Lei da Ficha Limpa.
A manipulação de estatísticas é manobra de regimes totalitários.
Tenta-se ocultar os números da #COVID19 para reduzir o controle social das políticas de saúde. O truque não vai isentar a responsabilidade pelo eventual genocídio. #CensuraNao #DitaduraNuncaMais
Metodologia
Neste sábado, o Ministério da Saúde confirmou que vai recontar número de mortos por coronavírus no país. A informação é do secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Carlos Wizard.
Para ele, de antemão, os dados atuais são fantasiosos ou estão sendo manipulados pelas Secretarias Estaduais de Saúde.
Assim, a tendência é que a Universidade Johns Hopkins volte a divulgar os dados brasileiros após eles passarem por revisão.
De acordo com os dados do Ministério da Saúde, que são tabulados junto às Secretarias Estaduais de Saúde, o Brasil contabiliza 35 mil mortos por covid-19, com 645 mil casos confirmados.
A princípio, os dados estão inflados na visão dele.
“Tinha muita gente morrendo por outras causas e os gestores públicos, puramente por interesse de ter um orçamento maior nos seus municípios, nos seus estados, colocavam todo mundo como covid.
Estamos revendo esses óbitos”, disse o secretário

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