A experiência de sucesso no combate ao coronavírus no interior paulista mostra que o tratamento precoce salva vidas
Enquanto o prefeito da pacata cidade de Porto Feliz, Cássio Prado (PTB), iniciou em fevereiro reuniões de planejamento no sistema de saúde para combater a chegada do coronavírus, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), se debatia para definir estratégias que ou foram logo abandonadas em questão de dias por absoluta ineficiência, ou foram tomadas tardiamente, agravando os efeitos da pandemia.
Porto Feliz, cidade de 53 mil habitantes na região metropolitana de Sorocaba (SP), entendeu que para conter os avanços da epidemia era preciso agir rápido e mais, agir com a lógica que permeia a medicina: como em todo e qualquer tratamento, a intervenção precoce em uma doença pode evitar mortes.
O prefeito Cássio Prado, que é médico cirurgião, contou que desde março já distribuiu gratuitamente mais de 1.500 kits com os medicamentos cloroquina, ivermectina e azitromicina a pacientes em estágio inicial da doença, sempre com prescrição médica.
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